No dia 31 de Março de 2026, o Prémio Igrejas Caeiro 2026 foi atribuído a Luís Caetano. A cerimónia teve lugar no Auditório Maestro Frederico de Freitas, da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), e contou com a presença de diversas personalidades do mundo da rádio.

Na mesa estiveram presentes José Jorge Letria, Presidente da SPA, Luís Caetano e Gabriela Canavilhas.

‪Descubram todos os vencedores do Prémio Igrejas Caeiro aqui 👉🏼 www.spautores.pt/premio-igrejas-caeiro

Lisboa, 1 de Abril de 2026

A Direcção da Sociedade Portuguesa de Autores, bem como o seu Conselho Fiscal e a Mesa da Assembleia Geral, reunidos no passado dia 30, manifestaram por unanimidade, a sua estranheza e discordância em relação ao facto de o Ministério da Educação ter anunciado que vai retirar a obra de José Saramago, Prémio Nobel da Literatura, da lista dos autores obrigatórios estudados pelos alunos do ensino secundário.

Relembra a SPA que José Saramago foi e é um dos mais destacados e distinguidos escritores portugueses de sempre, com uma obra que se encontra traduzida em dezenas de idiomas.

Lamenta a SPA que o governo não tenha apresentado qualquer justificação para esta decisão política que priva os estudantes portugueses do secundário do contacto regular com a extensa e muito representativa obra do escritor.

Sublinha a SPA o facto de a sua decisão ter sido tomada por unanimidade por autores de todas as àreas de criação.

José Saramago, que foi presidente da Assembleia Geral da SPA, sempre teve uma participação activa na vida da cooperativa dos autores, com posições de condenação da censura e de privação em relação aos autores portugueses dos seus direitos essenciais e inadiáveis.

Excluir Saramago da lista dos autores estudados representa um atentado contra a grandeza e a intemporalidade da sua obra, esperando a SPA que o governo reveja e corrija a sua posição sobre o assunto.

Lisboa, 31 de Março de 2026

A Sociedade Portuguesa de Autores tem a honra de convidar V.Exa. para a cerimónia de entrega do

PRÉMIO MÁRIO MESQUITA 2026
Atribuído a

MARIA FLOR PEDROSO

TERÇA-FEIRA | 7 DE ABRIL | 17H30
📍 Auditório Maestro Frederico de Freitas (SPAUTORES)
📍 Av. Duque de Loulé Nº 31 – Lisboa
📍 Mapa: https://maps.app.goo.gl/bui6witNA9BFB7nm6

CONTAMOS COM A SUA PRESENÇA!

O prémio foi criado para homenagear Mário Mesquita, que foi director do “Diário de Notícias” e do “Diário de Lisboa”, e um prestigiado professor de várias gerações de jornalistas. Cooperador da SPA, foi também vice-presidente da Mesa da Assembleia Geral da SPA após as eleições de Setembro de 2003.

Este prémio distingue anualmente um jornalista com trabalho reconhecido e com qualidades que a distinção consagra.

👉 Conheça aqui todos os vencedores do Prémio Mário Mesquita nas edições anteriores.

Lisboa, 30 de Março de 2026

O relatório e as contas da SPA para 2026 foram aprovados em Assembleia Geral da Cooperativa, no passado dia 30 de Março, com 164 votos favoráveis que  foram apresentados presencialmente e por “zoom.”

 

Lisboa, 31 de Março de 2026

A Sociedade Portuguesa de Autores tem a honra de convidar V.Exa. para a cerimónia de entrega do

PRÉMIO IGREJAS CAEIRO 2026
Atribuído a

LUÍS CAETANO

TERÇA-FEIRA | 31 DE MARÇO | 17H30
📍 Auditório Maestro Frederico de Freitas (SPAUTORES)
📍 Av. Duque de Loulé Nº 31 – Lisboa
📍 Mapa: https://maps.app.goo.gl/bui6witNA9BFB7nm6

👉 Conheça aqui todos os vencedores do Prémio Igrejas Caeiro nas edições anteriores.

CONTAMOS COM A SUA PRESENÇA!

Lisboa, 23 de Março de 2026

A Sociedade Portuguesa de Autores informa que os serviços estarão encerrados nos dias 02 e 03 de Abril (Quinta-feira Santa e Sexta-feira Santa).

Retomaremos o nosso funcionamento no dia 06 de Abril (Segunda-feira), das 08h30 às 12h30 e das 13h30 às 17h00.

Pedimos desculpa por qualquer inconveniente que esta situação possa causar.

Lisboa, 30 de Março de 2026

A Sociedade Portuguesa de Autores convida para mais uma sessão do ciclo Autores Contados e Cantados, dedicada à vida e à obra de Silvestre Fonseca.

Com autoria e apresentação de Carlos Alberto Moniz, esta sessão conduz o público por uma viagem pelo percurso artístico de Silvestre Fonseca, entre a criação musical, a partilha de histórias e momentos de conversa, com a música sempre no centro.

⚠️ Excecionalmente, esta edição não se realiza na primeira quinta-feira do mês, devido à semana da Páscoa, passando para a quarta-feira da semana seguinte.

Entrada livre
Contamos com a vossa presença!

Data: Quarta-feira, 8 de Abril de 2026
Hora: 18h00
📍 Local: Auditório Maestro Frederico de Freitas
Av. Duque de Loulé, n.º 31 – Lisboa

Lisboa, 1 de Abril de 2026

Que cesse o ruído.
Que se faça silêncio.
Hoje celebra-se a Vida.
Hoje celebra-se o Teatro.
Teatro, na sua essência, maior que a própria Vida. Porque a reflecte, a espelha, a agiganta. Através dele, olhamo-nos, reconhecemo-nos: seres vulneráveis e poderosos, agora à deriva num mundo que tornámos global… mas digital.
Teatro, essa Arte transformadora, tantas vezes usada como “arma”, voz colectiva, inimitável e agregadora, porque física, palpável, humana e sagrada. Nós frente a nós. Mais do que nunca, essa relação corpo-a-corpo pode ser salvadora.
A evolução tecnológica ultrapassou a evolução da Humanidade com consequências que não prevíamos, e que de alguma forma acabaram por ser reveladoras dos lugares que cada um de nós habita, das crenças que nos limitam, dos medos que nos movem. Seres fragilizados, manipuláveis, expomo-nos nas redes sociais como num grande cartaz publicitário de rua, dividindo-nos, tornando-nos reféns de quem encontra nessas redes a forma mais eficaz de usar o poder. E assim, guerras, genocídios, o estilhaçar do tecido social e económico, o esboroar das democracias, o ressurgimento de extremismos, coabitam o espaço digital de mãos dadas com casos amorosos, marketing, moda, e toda a panóplia de eventos da vida diária, nivelando a barbárie e o quotidiano.
Sim, vivemos tempos ruidosos e intensos. O passado já não norteia o presente. A revolução tecnológica abriu caminho a todo um novo mundo, e as lições do passado já não servem de resposta. O futuro está envolto em dúvidas. Temos o “agora” que, a cada dia se transforma, apresenta novos desafios, retira-nos da nossa zona de conforto, pede-nos escuta, neutralidade, reflexão, novas soluções. Pede-nos coragem perante o desconhecido. Pede-nos acção.
Em todos os momentos críticos da história da Humanidade, o Teatro soube erguer-se como um farol, e contribuir para a criação de uma realidade mais benéfica e mais justa. É esse um dos seus grandes poderes. O Teatro conecta, re(liga). Daí o mistério da Arte, esse sagrado ofício de ser o outro, de expor a condição humana em todas as circunstâncias, de a integrar e transmutar. Por isso mesmo, ao longo dos séculos, o Teatro resiste. Resiste a perseguições, às diversas censuras, a modas, à iliteracia, à ignorância. Resiste a políticas que o temem e desprezam. Porque reconhecem a sua força.

Que cesse o ruído.
Que se faça silêncio.
Hoje celebra-se a Coragem.
Hoje celebra-se o Teatro.
Teatro exige coragem. Exige resiliência. Nestes tempos em que os direitos das mulheres e das minorias estão a ser atacados, lembrar a luta das mulheres para conseguirem o seu lugar no Teatro, nunca é demais. Porque equivale à luta que socialmente travamos, sempre, sem interrupção, ao longo de séculos. Ancorada no medo, a resistência dos homens a considerarem as mulheres como iguais, é um dos maiores absurdos da nossa existência. E o Teatro, este nosso espelho, é disso um fiel testemunho.

Que cesse o ruído.
Que se faça silêncio.
Hoje celebra-se o Amor.
Hoje celebra-se o Teatro.
É com amor que se vive e se faz Teatro. Amor pelo ser humano, pela cultura, pela arte. Amor pelo mar de possibilidades que somos e que tão pouco exploramos. Amor pela diversidade, pela descoberta, pela união, pela ordem, pela justiça, pela paz.

Que cesse o ruído.
Que se faça silêncio.
Hoje celebra-se a Liberdade.
Hoje celebra-se o Teatro.
O Teatro convoca-nos à neutralidade, à escuta, à compreensão, e à acção. Não suporta limites, é visceral e cerebral, intuitivo e sistémico. E, acima de tudo, é livre. Por isso, nestes dias, o Teatro grita. Grita contra o genocídio e a ocupação de Gaza e de todos os países ameaçados. Grita contra os extremismos, as guerras, a exploração. O Teatro, face à opressão, sempre se reinventou e lutou. Porque Teatro é Liberdade.

Que cesse o ruído.
Que se faça silêncio.
Hoje celebra-se Vida, a Coragem, o Amor e a Liberdade.
Hoje celebra-se o Teatro.

Viva o Teatro!

Isabel Medina
Encenadora e dramaturga

Lisboa, 27 de Março de 2026

A curta-metragem portuguesa “Cão Sozinho”, realizada por Marta Reis Andrade, venceu o Grande Prémio Vasco Granja | SPAUTORES, na 25.ª edição do MONSTRA – Festival de Cinema de Animação de Lisboa.

O júri, composto por Anete Melece, José Manuel Costa e Marcel Jean, atribuiu o galardão a uma fábula visualmente deslumbrante e profundamente vibrante, que retrata a dor da solidão e sugere um universo de segredos e mistério, conduzindo o espectador a uma ideia de reconexão.

O prémio foi entregue no passado dia 21 de Março, durante a cerimónia de encerramento da MONSTRA 2026, no Cinema São Jorge, por Paulo Sérgio dos Santos, em representação da Sociedade Portuguesa de Autores.

Sinopse:
A história real de um cão deixado ao abandono na sua própria casa, no tempo em que o meu avô começou a experienciar a sua viuvez e eu regressava de Londres, lugar onde me senti mais sozinha que nunca.

Fotos: ©Jaime Serôdio/SPAUTORES

Lisboa, 23 de Março de 2026

Informamos
que a exposição estará temporariamente encerrada ao público a partir do dia
26 de Março de 2026
(quinta-feira), retomando a sua atividade normal no dia
1 de Abril de 2026 (quarta-feira).

A Sociedade Portuguesa de Autores apresenta a exposição “A Arte Cenográfica de Catarina Amaro”, uma mostra que reúne o trabalho criativo da autora no domínio da cenografia, revelando a sua visão artística e a forma singular como constrói universos visuais para palco.

VISITE A EXPOSIÇÃO > ENTRADA LIVRE
🗓️ Quando: De Segunda a Sexta-feira, das 09h às 19h.
📍 Onde: Sala-Galeria Carlos Paredes (SPAUTORES),
Rua Gonçalves Crespo, nº62 – Lisboa

Lisboa, 2 de Dezembro de 2025